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Lagoa de mato. Domotkanovo, Serov, 1888

Lagoa de mato. Domotkanovo, Serov, 1888

Lagoa de mato. 70.5x89.2

O céu da noite pairava sobre o velho lago. Folhas de nenúfares cobriam o lago com um cobertor marrom-esverdeado. Tudo está pronto para cair em um sonho.

O autor admira francamente a paisagem que se abriu, tenta transmitir ao espectador sua admiração pela natureza russa. Um céu multicolorido colore a vegetação na superfície da água em prata. A imagem claramente sente a atmosfera do final do verão, na fronteira com o outono. Os últimos raios do sol se enredam nos galhos das árvores, um vento leve tenta libertá-los.

A superfície da água é tão perfeita que parece que a carpa cruzada perdida nos nenúfares está prestes a salpicar sua cauda, ​​violando o espelho d'água artificialmente ideal. Nuvens douradas são desgrenhadas pelo vento.

O espectador ouve os sons de uma noite de agosto: a conversa de gafanhotos. A paisagem parece familiar e próxima a todos. O autor conseguiu torná-lo tão confiável e preciso que cria uma sensação de presença.

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